{"id":1941,"date":"2020-03-23T06:35:13","date_gmt":"2020-03-23T09:35:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.encontrarecife.com.br\/sobre\/?p=1941"},"modified":"2020-03-23T06:51:01","modified_gmt":"2020-03-23T09:51:01","slug":"museu-da-abolicao-recife","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrarecife.com.br\/sobre\/museu-da-abolicao-recife\/","title":{"rendered":"Museu da Aboli\u00e7\u00e3o Recife"},"content":{"rendered":"<div class=\"13f566c1641b828fb11817b18261638d\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p>O <strong>Museu da Aboli\u00e7\u00e3o Recife<\/strong> \u2014 Centro de Refer\u00eancia da Cultura Afro-Brasileira \u00e9 um museu localizado na cidade do Recife, capital de Pernambuco, Brasil.<\/p>\n<p>Vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e ao Minist\u00e9rio da Cultura, \u00e9 um dos raros museus no pa\u00eds a contemplar esta parte da hist\u00f3ria, e tem suas a\u00e7\u00f5es norteadas pelos princ\u00edpios da nova museologia e da sociomuseologia.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-1942 size-full\" title=\"Museu da Aboli\u00e7\u00e3o Recife\" src=\"https:\/\/www.encontrarecife.com.br\/sobre\/wp-content\/uploads\/abolicao-recife.gif\" alt=\"Museu da Aboli\u00e7\u00e3o Recife\" width=\"680\" height=\"189\" \/><\/p>\n<h2>Museu da Aboli\u00e7\u00e3o Hist\u00f3ria<\/h2>\n<p>Na\u00a0d\u00e9cada de 50, o professor Martiniano Fernandes elabora e encaminha ao Senado Federal, atrav\u00e9s do Senador Joaquim Pires, o Projeto de Lei N\u00ba39 de 14.05.1954, para que se crie o Museu da Aboli\u00e7\u00e3o, com sede no Recife, em honra ao Conselheiro Jo\u00e3o Alfredo e ao abolicionista Joaquim Nabuco. Em seu projeto de lei, o professor menciona que\u00a0\u201c se solicite a abertura de cr\u00e9dito necess\u00e1rio \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio onde residiu o Conselheiro Jo\u00e3o Alfredo, conhecido como Palacete da Madalena, para fazer adapta\u00e7\u00f5es e a instala\u00e7\u00e3o, nele, da Sede do Museu da Aboli\u00e7\u00e3o. \u201d<br \/>\nCria-se, ent\u00e3o, em 22 de dezembro de 1957, o Museu da Aboli\u00e7\u00e3o em homenagem a Jo\u00e3o Alfredo e Joaquim Nabuco.<\/p>\n<p>Com a desapropria\u00e7\u00e3o efetivada atrav\u00e9s do Decreto Municipal N\u00ba 4514 de 30 de dezembro de 1961 e sancionada pelo Prefeito Miguel Arraes de Alencar, para a instala\u00e7\u00e3o do referido Museu, determinou-se que o mesmo seria mantido pelo ent\u00e3o 1\u00ba Distrito da DPHAN (Diretoria do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional). Assim como as despesas para a referida desapropria\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o estariam a cargo do Governo Federal.<\/p>\n<p>Em 28 de novembro de 1966, o Sobrado Grande da Madalena \u00e9 reconhecido e tombado pela DPHAN como Patrim\u00f4nio Nacional e inscrito no Livro Hist\u00f3rico de Tombo, volume 1, folha 63, inscri\u00e7\u00e3o 389. As obras de restaura\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel demoraram v\u00e1rios anos devido a seu p\u00e9ssimo estado de conserva\u00e7\u00e3o, \u00e0 envergadura dos trabalhos e \u00e0 dimens\u00e3o do pr\u00e9dio. Foram iniciadas em 1968, estendendo-se at\u00e9 1975, quando o 1\u00ba Distrito da DPHAN, ali se instala.<\/p>\n<p><strong>A inaugura\u00e7\u00e3o do Museu da Aboli\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nEm setembro de 1982, instalou-se um Grupo de Trabalho, com a tarefa espec\u00edfica de elabora\u00e7\u00e3o de um projeto, execu\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o do Museu da Aboli\u00e7\u00e3o, com inaugura\u00e7\u00e3o determinada para 13 de maio de 1983, sendo a Portaria correspondente publicada apenas em 12 de abril de 1983. O Grupo de Trabalho foi integrado por Alair Barros, Ol\u00edmpio Serra, Regina Timb\u00f3, Raul Lody e Roberto Motta.<\/p>\n<p>Como o tempo h\u00e1bil para a montagem da exposi\u00e7\u00e3o era pouco, o grupo elaborou uma primeira proposta, para efetivar a inaugura\u00e7\u00e3o do Museu e uma segunda proposta a longo prazo, para dar as condi\u00e7\u00f5es de funcionamento e desenvolvimento de suas fun\u00e7\u00f5es e atribui\u00e7\u00f5es, bem como a complementa\u00e7\u00e3o da montagem das se\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e administrativas necess\u00e1rias para o funcionamento do MAB. Para a montagem da exposi\u00e7\u00e3o inaugural do MAB, Foram efetuadas consultas atrav\u00e9s de correspond\u00eancias a v\u00e1rias personalidades e institui\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0 tem\u00e1tica afro-brasileira, pedindo sugest\u00f5es e subs\u00eddios para a defini\u00e7\u00e3o do Museu da Aboli\u00e7\u00e3o. Ao todo, foram aproximadamente 200 cartas enviadas, e pouco mais de 20 respostas.<\/p>\n<p>Diante de tudo isso, no 13 de maio de 1983 inaugurou-se, oficialmente, o Museu da Aboli\u00e7\u00e3o, com a exposi\u00e7\u00e3o, que tinha car\u00e1ter tempor\u00e1rio, \u201cO Processo Abolicionista Atrav\u00e9s dos Textos Oficiais\u201d, a qual ocupava 12 salas do pavimento superior e o hall de entrada principal do pr\u00e9dio, sendo a maioria do acervo exposto, cedido por empr\u00e9stimo, de outras institui\u00e7\u00f5es culturais ou em Regime de Comodato.<\/p>\n<h3>Vagas\u00a0Museu da Aboli\u00e7\u00e3o\u00a0Recife &#8211; Trabalhe Conosco<\/h3>\n<p>O Museu da Aboli\u00e7\u00e3o Recife disponibiliza\u00a0<em>vagas de trabalho<\/em>\u00a0durante todo ano. Para se informar sobre os processos seletivos e se candidatar as vagas acompanhe o site da empresa, onde \u00e9 poss\u00edvel se informar sobre vagas abertas, sal\u00e1rios e compet\u00eancias necess\u00e1rias para se candidatar ao processo.<\/p>\n<h3>Hor\u00e1rio de Funcionamento Museu da\u00a0Aboli\u00e7\u00e3o em Recife<\/h3>\n<ul>\n<li>Segunda\u00a0a Sexta das 09h \u00e0s 17h \/ S\u00e1bado das 13h \u00e0s 17h<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Onde fica, Endere\u00e7o e Telefone Museu da\u00a0Aboli\u00e7\u00e3o em Recife<\/h3>\n<ul>\n<li>R. Benfica, 1150 &#8211; Madalena\u00a0&#8211; Recife &#8211; PE<\/li>\n<li>Telefone: <span class=\"zgWrF\">(81) 32<\/span><span class=\"zgWrF\">2<\/span><span class=\"zgWrF\">8-3248<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Mapa de localiza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<a class=\"wp-colorbox-iframe\" href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m14!1m8!1m3!1d15801.739830643162!2d-34.90903!3d-8.057037!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x00xa3688f5d09701ab8!2zTXVzZXUgZGEgQWJvbGnDp8Ojbw!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1584955904058!5m2!1spt-BR!2sbr\"><img src=\"http:\/\/www.encontrarecife.com.br\/imgs\/maps-post.png\"><\/a>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu da Aboli\u00e7\u00e3o Recife \u2014 Centro de Refer\u00eancia da Cultura Afro-Brasileira \u00e9 um museu localizado na cidade do Recife, capital de Pernambuco, Brasil. 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